domingo, 8 de maio de 2011

HOTEL
by Tiago Altoé


Surge um hotel com uma proposta diferenciada, baseado no conceito de que "O comum não chama atenção...". Muitas idéias foram analisadas, propostas e modificadas, e o produto final resulta em uma forma arrojada, sinuosa, exótica, que busca identidade visual para o local, agregando valores financeiros e turísticos ao município. Tal proposta torna-se um marco visual para o local, sendo referência de deslocamentos e de singularidade.


A cidade, como ambiente de vivência e de passagem, precisa funcionar como um meio de descontração, seja pelas formas dos edifícios, dos espaços publicos, da arte nela inserida, pelos materiais empregados nas fachadas, e também pelas cores que definem o ambiente urbano. A cidade precisa ser um gerador de distintas sensações psicológicas aos usuários, sejam de passagem, permanência ou observação, e é neste sentido que se justifica tal forma tão diferente do hotel.


A inspiração vem do movimento das águas, das curvas das ondas, da sinuosidade da natureza.


Um edifício formado por 3 volumes distintos, que proporcionam diferentes visuais de todos os ângulos do observador, gerando curiosidade no mesmo, além de surpresa.





Um edifício com uma mega estrutura de eventos e serviços, total conforto, lazer completo e privacidade;
A intenção é ser diferente, ser referência, ter ousadia na forma e nos serviços prestados, com a máxima qualidade e satisfação.
Além de suites de tamanhos diferentes, elevadores panorâmicos, e da localização super estratégica.
União de avanços tecnológicos para proporcionar ao usuário a sensação de bem estar, de segurança, de satisfação.
Os materiais empregados no edifício dão destaque pela forma, pelas curvas, pelo constraste do entorno. São eles:
- Vidro: leva luz natural para o interior do edifício, contempla os usuários com a vista do entorno, sem interrupção;
- Brise: confere conforto ambiental às instalações, impedindo a incidência direta dos raios solares e permitindo ao usuário a contenplação do visual;


- Átrio: permite luz e ventilação natural ao interior do edifício, levando conforto ambiental às áreas internas de circulação, além da estética do paisagismo;




O paisagismo surge como complemento funcional e criativo ao edifício, uma necessidade para o local, gerando conexão do edifício com o solo, inspirando distintas sensações aos observadores e usuários, sendo um espaço para ser visto, tocado, sentido, com diferentes interpretações.


A marquise de vidro coberta com vegetais epífitas, juntamente com o piso de vidro fazem da entrada marcante, distinta, um tapete de luz colorido e divertido.


Fachada nordeste (lateral), abriga estabelecimentos comerciais de tamanhos distintos, e com emprego de árvores de médio e grande porte aliados às marquises porporcionando conforto e segurança aos usuários e pedestres.


Fachada norte (posterior), é a fachada mais extensa, abriga também: estabelecimentos comerciais; acesso secundário administrativo e de serviços da parte de eventos; acesso ao estacionamento do hotel, destinado aos hóspedes e usuários dos eventos; acesso à carga e descarga, simultâneo com a entrada de funcionários, recebimento e armazenamento de mercadorias. Utilizado paisagismo de pequeno, médio e grande porte, criando movimento nas formas e tamanhos.


Paisagismo da carga e descarga: paisagismo como barreira visual de árvores de pequeno, médio e grande porte, intercaladas intencionalmente, para impedir o impacto visual criado pela carga e descarga de mercadorias, além de bloquear o angulo visual dos hóspedes/clientes externos situados na parte externa ao restaurante, acrescentando um fator estético ao local.


Restaurante: área interna e externa, destinado aos hóspedes e também ao publico externo, com espelho dágua na parte frontal, e com intenções paisagísticas que visam funcionalidade e total conforto. Na imagem abaixo: área interna do restaurante; área externa do restaurante; espelho d'água.


Abaixo: possíveis utilizações do restaurante na parte externa...


Abaixo: cobertura diferenciada, inovadora e agradável, com imensas tulipas, de cores diferentes, que criam no local um imenso "jardim", agradável, confortável, ousado, e funcional. Paisagismo proposto numa proposta de revitalização da arquiteta Zaha Hadid, em Roma.



Lazer: privacidade, localiza-se a mais de 9 mts do nível da via publica de circulação, superior aos estabelecimentos comerciais e eventos;


A proposta da área de lazer tem por finalidade a diversificação da utilização dos espaços, que são destinados a usuários de sexo e faixa etárias distintos. Proporcionando segurança aos mesmos, e sendo um ambiente altamente convidativo, ousado, diversificado, interessante e funcional.



Piscinas infantil, adulto, gazebos...


...descanso molhado...



...bar molhado...


...piscina de borda infinita...


...tendas para massagem com vista para o mar...


...pergolado para descanso e contemplação...


...quadra de tênis...


Um hotel diferente... sim!
Um hotel viável econômicamente... sim! Principalmente para os que apostam na diversidade, na surpresa, na ousadia, no 'novo', e que concordam que o comum sempre é tão comum que nunca é notado, visto, lembrado, ou até mesmo, citado...
Um hotel diferente.... SEMPRE! Essa é a intenção!!


Tiago A.



sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Mínimo de impacto visual...

Museu de Esculturas Habin
China
Estúdio de Arquitetura MAD


O estúdio chinês de arquitetura MAD apresentou seu projeto para o futuro museu de escultura de Harbin, na China, um edifício de 200 metros de comprimento com volumetria inspirada em orvalho congelado e que será inteiramente dedicado à exposição de peças escultóricas feitas em madeira.


De acordo com os arquitetos, o projeto reflete a vocação de Harbin, capital da província de Heilongjiang.


Além de sediar um festival anual de escultura em gelo e neve, a cidade também é o principal centro urbano do nordeste da China, sendo assim o principal pólo cultural da região.

O interior do edifício é marcado por duas grandes áreas de expoisção e pelo hall de acesso.

A entrada de luz natural se dá por clarabóias localizadas em vãos adjacentes às duas galerias, criando situações de iluminação cênica que se complementam pelas vistas oferecidas pelas janelas e demais aberturas laterais.


Sua construção já teve início, em 2011.
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 Fonte:
http://www.arcoweb.com.br/