terça-feira, 21 de dezembro de 2010

The Opus - Edifício "recortado", by Zaha Hadid

"Vão horizontal recorta edifício projetado por Zaha Hadid em Dubai."


"Zaha Hadid acaba de revelar novas imagens de um de seus projetos, o The Opus, edíficio de uso misto que combina centro comercial e escritórios, e que deverá ser construído no distrito de Business Bay, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.


Composto de três torres separadas, o edifício terá o aspecto de um volume único, marcado por um recorte central, que cria um vazio em toda a extensão da estrutura.

O fechamento de vidro e o recuo do nível térreo darão a impressão de que a construção flutua sobre o solo.

Em seu interior, paredes de vidro curvo oferecerão vistas completas desde o rasgo que define o volume.


Para a fachada externa, o escritório da arquiteta iraquiana desenvolverá um modelo especial de vidro refletivo e pixelizado.
O sistema terá encaixe em forma de estrias, exclusivamente planejado para ajudar na redução dos ganhos de calor no interior do edifício."





Fonte:

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Ambiente Comercial - BAR

Proposta de um ambiente comercial - BAR / BOATE
Projeto de Tiago A. e Joglimar R.
Maquete de Tiago A.
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Decorrer de uma maquete... Nível de uma organização...


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A proposta inicial é de um ambiente comercial que pudesse agregar valores a espaços publicos, este então projetado por nós anteriormente (Edifício Híbrido, umas das primeiras postagens do blog e uma futura repostagem como nova reformulação da maquete, assim como cores e elementos de proteção solar, assim como paisagismo mais denso e uma diversidade nos elementos de composição deste).
Motivo: ambiente descontraido, com horários de utilização diversificados, além de ser um local de encontro, uma possibilidade de novos contatos pessoais e profissionais, além de ser um ambiente de descontração.
Proposta: um ambiente agradável, diferenciado, com inovações tecnológicas e que possa atender as necessidades dos usuários, assim como possibilitar novas possiblidades de utilização.
O espaço: reduzido como todos os disponíveis no mercado atual, mas com alguns artifícios para uma otimização da utilização deste... utilização simultanea de um ambiente calmo, com privacidade e elegante, assim como um ambiente badalado, com elementos que caracterizem e fazem deste ambiente uma referência no que diz respeito a tal atividade... vejamos a seguir...
Nome do bar: Tiago's Dancing, by Arquiteta Priscilla Loureiro
A maquete: (...)

Com acessos diferenciados, para evitar um possível ponto crítico no fluxo dos ambientes, assim como dar mais segurança aos usuários. Foi possível por ser um espaço de esquina, cercado em ambos os lados por área de circulação de pedestres, assim como acesso aos edifícios localizados acima deste ambiente. Na sequencia acima: Seta PRETA - acesso ao bar, mais calmo, com mesas, conforto, baixa iluminação e atendimento diferenciado, um espaço mais calmo, mais sugestivo à conversa, ao romantismo; Seta VERMELHA - espaço ao bar quase externo, onde haverão bancos, espaço de pouca permanência, um chamado "aquecimento" para o início da noite, além de estar estrategicamente próximo ao acesso da boate, na seta VERDE, que é no espaço do piso superior.

Destaque para a fachada lateral, com a entrada para o bar. Ambiente de encontro de amigos, mais reservado, mais calmo, menos badalado.


Destaque para a fachada frontal. Seta PRETA para o bar externo, e seta VERMELHA de acesso á boate, no piso superior.



Espaço reduzico, com utilização de meios para a sensação de "aumento" do mesmo. O preto ao fundo é para perder a noção de profundidade, e os espelhos nas paredes agregam ao espaço a sensação de um espaço mais amplo, rebatendo as imagens. Mesas colocadas nas laterais para facilitar a circulação interna, tanto dos garçons quanto dos clientes nos acessos às mesas e bancos. Utilização das cores definidas, caracterizando o ambiente e dando a ele uma continuidade nas cores, assim como nas formas. Destaque para as cores: contraste entre amarelo e preto.


Destaque para o bar externo. Cor amarela para dar um ar jovem ao bar, além do contraste entre os amarelos para dar ao ambiente um movimento, uma diversificação. A visão para o bar da entrada lateral é restrita, devido a utilização de um vidro jateado com imagens remetidos a arte.

Exemplo de arte desenhada/adesivada no vidro que faz a divisão entre o bar interno e o bar externo.

Destaque para o acesso à boate, no piso superior.

Chegada à boate, ao lado do balcão de atendimento - bebidas.

Balcão de bebidas. "Quadro amarelo": frezzers com cores nas portas de vidro, colocados um acima dos outros, dando um fundo diferenciado a com inovação ao local. Pontos brancos no fundo preto: luzes/arandelas para dar contraste ao fundo totalmente preto, com cores das luzes brancas, que podem ou não piscar de acordo com comandos mecânicos, e também de acordo com as batidas das músicas.

Exemplo de modelo de arandela para o fundo do balcão.


Cabine do DJ



Destque para o ambiente de dança. Bolas no chão - em branco: piso branco para dar constraste e fazer uma marcação maior ao centro da pista de dança, direcionando as pessoas para aquele local, além do efeito obtido pela luz negra; Bolas coloridas nas paredes: iluminação acoplada à parede, através de trabalhos com gesso, com cores diferenciadas, dando ao ambiente um ar diferenciado, além de serem cores fortes e vibrantes, dando uma característica ao local.







quarta-feira, 24 de novembro de 2010

COMO VÁRIAS ONDAS...
The Wave, Vejle, Dinamarca
Henning Larsen Architects


"Em formato de ondas, edifício altera paisagem em cidade na Dinamarca.
O mar, as pontes e as colinas da pequena cidade de Vejle, na Dinamarca, inspiraram os arquitetos do escritório Henning Larsen Architects a conceber, no ano de 2006, o projeto do The Wave, um conjunto de edifícios residenciais que, quando concluído, terá um total de 140 apartamentos.


Parcialmente concluída no final de 2009, a obra ocupa um terreno de 14 mil metros quadrados em Skyttehusbugten, um bairro residencial localizado em frente aos fiordes da região.



A proposta original prevê a execução de cinco volumes, mas, por enquanto, apenas dois edifícios estão completos. Suas silhuetas em formato de onda, porém, já alteram significativamente o skyline de Vejle, uma cidade portuária e industrial com pouco mais de 55 mil habitantes, no sudeste dinamarquês.(...)
As formas curvas do The Wave destacam-no neste contexto industrial e conquistam o objetivo de seus empreendedores: reverter o padrão arquitetônico local, em que predomina a monotonia de cores e formas, e alegrar a paisagem natural, marcada pelo clima frio e chuvoso.


“A presença evidente do edifício conecta a área residencial, onde ele está inserido, com o mar, a vegetação e a cidade”, opina Søren Øllgaard, um dos sócios do escritório Henning Larsen Architects.O edifício tem nove andares, sendo que a maior parte dos apartamentos é duplex. Todos têm vista para o calçadão que margeia a orla de Vejle e incluem terraços de 2,5 metros de comprimento, com piso de madeira de reflorestamento e estrutura de metal.




O projeto está implantado sobre um andar térreo que conta com serviços privados, como uma grande cafeteria conectada à marina de Vejle, que está a apenas 100 metros do edifício.

Na fachada, predominam do chão ao teto grandes panos de vidro transparente, cuja função é permitir a entrada de luz natural nos principais ambientes dos apartamentos.




O exterior da onda é coberto com porcelanato durável, material que permite a retenção de calor e que tem uma textura que impede a retenção de detritos. Esse revestimento faz com que, durante o dia, as ondas brancas sejam refletidas pela água do mar, enquanto à noite, seu perfil distingua-se na paisagem por conta da iluminação colorida das estradas e dos parques do entorno.

O projeto do The Wave não apenas garantiu à equipe do Henning Larsen Architects sua escolha durante concurso restrito a convidados, mas também assegurou aos arquitetos o prêmio conferido anualmente pelo Leading European Architects Forum (LEAF) de melhor edifício residencial em 2010. "É fantástico que um projeto como esse consiga um reconhecimento internacional desse calibre", acredita Øllgaard.




Fonte:

Nota:
Fiordes - são grandes entradas para o mar em volta de altas montanhas rochosas. São um dos elementos mais emblemáticos da paisagem, e tem origem na erosão das montanhas devido ao gelo. Só existem em em regiões costeiras montanhosas onde o clima é, ou foi, frio o suficiente para permitir a formação de geleiras abaixo do nível do mar. São circundadas por falésias.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

A Estética Urbana e a Cor




"Uma cidade, como local de aglomerado urbano, funciona através de um campo de forças atrativas, diretivas ou tensionadas, que orientam seus habitantes. A cidade delimita espaços, implanta atividade, ergue arquiteturas e desenha imagens (...) O meio urbano reverbera sinalizações e, assim, a cidade se faz representar, sendo flagrada e entendida pelos seus usuários."



Durante toda a história, arte e cor se dividiram para retratar os mais diversos momentos da humanidade. Elas continuam ainda mais ativas nos dias de hoje, representando os tons políticos e estéticos do dia-a-dia das grandes cidades.



Uma pintura é, sobretudo, 'a arte de transmitir sentimentos através da cor'.
"Qualquer cidade está envolta de uma estética urbana, expressão da distribuição no espaço, dos elementos, arquitetônicos, visuais e serviços e, portanto, tradução da sua história".
Lilian Ried de Barros, professora da Faculdade de Arquitetura e Ubanismo da Universidade de São paulo, dedicada ao estudo acadêmico da teoria das cores, explica que o uso das tonalidades é uma preocupação antiga. Desde a Idade da Pedra, as cavernas já eram decoradas com tintas. O homem da Pré-História utilizava os desenhos pintados nas paredes para expressar sentimentos e o próprio modo de vida. "Não precisa usar a linguagem para expressar algum sentimento quando se tem cor. Ela fala pr si só."
Estética urbana é "uma platicidade que se apresenta enquanto espaço público dotado de referencias espaciais, arquitetônicas e sócio-econômicas. E estética não é utilizada no sentido conceitual de criação artística individual, ou de avaliação racional de beleza e suas implantações sobre os usufruidores, mas sim no sentido de recuperação de temas que permitem a construção de um cenáro urbano, resultante de um processo histórico, obra coletiva que não ilude, mas influencia ações, pensamentos, sentimentos e sonhos. Cada grupo social, ou cada morador, experimenta assim a cidade de um modo específico, com percepções exclusivas e baseadas na forma como se ergue a estrutura urbana e na representação que dela se constrói subjetivamente."
São inumeros os exemplos em que a cor faz parte das manifestações dos habitantes de determiandas comunidades. É o caso da própria pintura da fachada das casas ou problemas de poluição visual causados pela propaganda comercial os pixadores.
Em algumas cidades espanholas da Andaluzia o branco é instituido por códigos sociais como a cor local e quem dribla essa regra, ao pintar sua casa de uma cor diferente dessa, pode ser punido. O branco foi adotado por motivos físicos e o cal utilizado nas pinturas visa amenizar o calor local.



Outro caso é a cor terra-siena que, para muitos, é apenas um marrom quente. No entando, a pesquisa desse nome mostra que a cor surgiu na cidade de Siena, de onde se retirava a terra que produzia essa cor, revela Balzi. Ao emprestar seu nome à cor, Siena fez com que essa fizesse parte de sua própria hístória e, assim como outras localidades da Itália, essa tonalidade passou a identificar suas edificações, criando escalas de cores baseadas em cidades com tons de terra.



É necessário discutir a cidade como potencial de expressão do campo artístico.
"Uma das funções mais importantes da cidade grande é a sua estética, que faz com que o cidadão tenha orgulho de viver nela", afirma Ruy Ohtake.

Referêcias:
http://www.mundocor.com.br/
http://www.pcimag.com/
http://sementesustentavel.blogspot.com/
A Estética Urbana do Desvario, Miguel W. Chala.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Jardim vertical de 6 andares em praça na Espanha



O jardim possui 6 andares e fica localizado na frente de uma biblioteca.
O verão da Espanha deve ficar um pouco menos quente do que o usual. O projeto mais recente de jardim vertical, localizado no sudeste da Espanha, ameniza o clima e ainda é um monumento de beleza para os olhos.
Projetado pelo arquiteto José Maria Chofre, o jardim vertical de 6 andares foi instalado na fachada de uma biblioteca infantil de uma praça do município de San Vicente Del Raspeig, localizado na província de Alicante. O mais interessante é o contraste que se cria da união do urbanismo com o orgânico.


O misto de concreto e vegetação traz beleza para a praça.
O jaridm é constituído por uma armação metálica construída sobre uma parede divisória entre a biblioteca e um prédio próximo. As plantas foram inseridas no quadro entre duas grades de metal usando feltro sintético, que pode ser facilmente acessado a partir de cários corredores e pode ser substituído. O andaime suspenso a partir da frente permite que os trabalhadores possam podar ou substituir as plantas, conforme necessário.


Várias espécies de plantas herbáceas foram plantadas em toda a instalação. Há pelo menos um tipo de planta por metro quadrado, com espécies menores na parte superior e tamanhos menores na parte inferior.
O jardim não surge apenas como uma forma de decorar o ambiente, mas também como uma saída para muitos prblemas ambientais, como excesso de poluição, poeira e barulho.

http://blog.eco4planet.com/

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Jardim Vertical


A falta de espaço e de tempo ou o mau jeito para cuidar das plantas fazem com que muitos deixem de lado o sonho de ter um jardom, embora sintam a necessidade do verde e da beleza que a natureza proporciona. União de design, funcionalidade e tecnologia.
Este tipo de jardinagem usa como plantas espécies epífitas, que requerem poucos nutrientes e uma pequena quantidade de água para se manterem e desenvolverem, pois elas conseguem retirar seus nutrientes até da atmosfera, e devido a sua baixa exigência, e lento crescimento, são ideais para este tipo de jardim. O jardim pode ser feito de vários tipos de plantas, misturadas ou não. Podem ser montados em paredes que estejam disponíveis, onde as plantas possam receber alguma luz natural, ou mesmo luz artificial.
"...uma a uma, vamos colocando as plantas, tomando a precaução de calcular como será o crescimento de cada planta e assim evitar que o crescimento de uma prejudique o desenvolvimento de outra menor, e também às vezes até usando a sombra da maior para favorecer ou proteger uma planta menor que não aceita muita luminosidade..."
Vantagens:
- Redução da poluição sonora (plantas funcionam como relevo acústico);
- Redução da temperatura ambiente;
- Redução da poluição visual (substituição do concreto pelo verde - evita pichações);
- Flexibilidade em áreas internas e externas;
- Conforto psicológico;
- Redução da poluição do ar;
- Fácil manutenção;
- Desenvolvido dentro do conceito de baixo impacto ambiental.

http://diasadois.wordpress.com/
http://todaperfeita.com.br/
http://www.quadrovivo.com/